"1984"
Li o clássico do George Orwell quando ainda mal era adolescente. Ainda me lembro: estava no colégio (Santo Inácio), tipo oitava ou sétima série e tínhamos uma feirinha de livros lá. Fomos no horário da nossa aula de português e, quando olhei o livro, a professora disse que era muito bom, que eu deveria comprar. Comprei (uma edição antiquérrima, toda amarelada, apesar do livro não ser usado) e acho que demorei uns anos pra lê-lo. Mas quando finalmente o fiz, descobri a maravilha que é o mundo pararelo de Orwell. Só que demorei alguns anos mais para entender a totalidade da crítica social dele. Quero muito ler "Animal Farm".Lido em português.




Clássico de W. Somerset Maugham. Li esse livro quando ainda era meio criança, meio adolescente. E adorei. Me lembro que fiquei verdadeiramente curiosa em seguir a história do manco e órfão Philip Carey, criado pelo tio, o vigário de Blackstable, e sua esposa. Pra falar a verdade, não sou muito de ler esse tipo de livro, mas esse aqui me pegou de jeito. Tanto é que ele me acompanhou todos esse anos, e atráves do Atlântico, quando me mudei. Presente da mamãe em 1987.
Um dos livros que mais adoro. Li a primeira vez quando tinha feito 15 anos e nunca mais me esqueci. Isabell Allende é uma escritora com a habilidade de tecer uma teia de histórias, onde ficamos presos, mais do que felizes, pulando de personagem pra personagem, de acontecimento pra acontecimento, achando tudo muito legal. Esse livro, em particular, é mágico. Quem não o tiver lido, não deve compará-lo com o filme, pra lá de medíocre, apesar da presença de Glenn Close. (Li esse livro em 1986. Como é impossível datar posts anteriores a 1990, todos os livros lidos antes desse ano ganharão a data de primeiro de janeiro de 90.) Presente da tia Alaíde e, recentemente, da Julia.
Li esse livro pro colégio, em setembro de 1987 (nessa época eu escrevia nas primeiras folhas de cada livro quando o lia). Me lembro que, mesmo bem jovem, gostei da trama, ao contrário de meus amigos, qeu acharam tudo muito chato. É claro, acho que ainda não conseguia entender a sofisticação de Machado de Assis, os subterfúgios puramente linguísticos pra fazer das escolhas de Capitu um dos segredos mais públicos da literatura brasileira. Mas, diz aí, ela traiu Bentinho ou não?
Li esse livro na oitava série, o que deve ter sido em 1985 mais ou menos. Me lembro que achei o livro meio triste a princípio, mas me recordo também que me interessei pela história, até porque sempre vi muita televisão e Jornal Nacional era uma mania, de forma que sabia que a situação descrita por Graciliano Ramos acontecia naquele momento, no norte do país. Acho que eu ainda não estava equipada pra entender e gostar da narrativa de Graciliano, de Fabiano ou sequer de Baleia. Mas, como qualquer clássico, numa releitura a grandeza da história me apanhou em cheio. Fenomenal.
Li esse livro da Lygia Bojunga Nunes em outubro de 1985, aos 14 anos portanto. Está lá anotado na primeira página o custo do livro: 22.800 cruzeiros. Que livro mais caro! :c) Bom, Maria, a protagonista, é artista de circo e vai tentar durante o livro todo fazer uma viagem pra dentro de si mesma. Acho extraordinário como a Lygia Bojunga consegue escrever esse livro tão profundo com uma linguagem juvenil. É tão emocionante! Não é a toa que ela ganhou muitos prêmios internacionais, 

Péssimo
